Acesso a medicamentos de alto custo pelo plano de saúde
Quando o plano nega um medicamento de alto custo
Receber a indicação de um medicamento de alto custo e, em seguida, uma negativa do plano de saúde é uma situação difícil para o paciente e a família. Muitas vezes o tratamento foi prescrito por um médico que acompanha o caso, mas a operadora alega que o medicamento está fora do rol ou que não há cobertura contratual.
Nesses casos cabe uma análise jurídica individualizada do contrato, do relatório médico e da negativa apresentada pela operadora. A partir dessa leitura é possível avaliar as medidas cabíveis para discutir a recusa.
Como atuamos
Nosso trabalho começa pela leitura atenta dos documentos do caso: prescrição, laudos, histórico clínico e a resposta formal do plano. Com base nessa documentação, definimos uma atuação estratégica voltada à defesa dos direitos do paciente, sempre orientada pelo que consta nos autos e na legislação aplicável.
Medicamentos frequentemente pesquisados
Reunimos páginas com orientação inicial sobre alguns dos medicamentos de alto custo mais procurados. Cada página explica o que é o medicamento, quando costuma ser indicado e quais documentos ajudam na análise do caso:
- Keytruda — oncologia
- Tagrisso — câncer de pulmão
- Enhertu — câncer de mama e gástrico
- Ocrevus — esclerose múltipla
- Dupixent — dermatite atópica e asma grave
- Spravato — depressão resistente
- Trikafta — fibrose cística
- Zolgensma — AME
- Spinraza — AME
- Kisqali — câncer de mama
- Verzenios — câncer de mama
- Trodelvy — câncer de mama
- Skyrizi — psoríase e Doença de Crohn
- Rinvoq — dermatite atópica e artrite reumatoide
- Cosentyx — psoríase e artrite psoriásica
Documentos que ajudam na análise
- Prescrição e relatório do médico responsável
- Laudos e exames que fundamentam a indicação
- Cópia do contrato e do regulamento do plano
- Negativa por escrito enviada pela operadora
Cada caso é único. Entre em contato para uma conversa inicial sobre a sua situação e sobre os caminhos previstos em lei.